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Quem somos
Equipe coordenadora

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Ligia Aquino

Mãe de Laura e Gael e  idealizadora da Casa Mães para Sempre, a semente do Instituto!

Após passar pela perda gestacional tardia, com 39 semanas, de sua primeira filha Laura, idealizou em 2019 um lugar de escuta, apoio e acolhimento ao luto gestacional, neo e perinatal, tão invisibilizado em nossa sociedade.

Acreditando na importância de validação da vida de sua filha e de todos os bebês que nasceram dormindo, ou que tiveram breve passagem por aqui, Ligia mantém seu propósito maior que é humanizar esse luto.

Lutando por ações que garantam apoio, acolhimento e assistência para as famílias enlutadas, trabalhando para uma melhor formação dos profissionais de saúde, buscando parcerias para a melhoria das políticas públicas relacionadas ao luto gestacional, neo e perinatal, entre outras frentes de trabalho.

Aqui no Instituto,  Ligia cuida das nossas Relações Públicas e está sempre engajada na construção de políticas públicas que apoiam o luto parental.

Damiana Angrimani

Damiana há muitos anos teve uma perda gestacional que a fez vivenciar na pele quanto há falta de legitimação e invisibilidade social para o luto perinatal.

Ela já trabalhava como psicóloga e começou a pesquisar sobre a humanização do luto perinatal, decidindo então, que trabalharia com pessoas no período perinatal e parental e que se dedicaria à facilitar um espaço para que todas as famílias que chegassem até ela pudessem ser acolhidas e escutadas com dignidade em sua caminhada pelo processo de luto.

Psicóloga, pós-graduada em Psicologia Perinatal e Parental pelo Instituto Gerar e com formação em Abordagem Centrada na Pessoa pelo Encontro ACP. Realizou formação em psicologia da assistência perinatal e de teoria do apego pelo Instituto Aripe e na Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo) cursou Inovação em Saúde Materno-Infantil.

É uma das idealizadoras do podcast Psyco que traz temáticas relacionadas à psicologia e cultura pop.

 

No Instituto, a Dami é a especialista no tema luto parental, atua no cuidado e é responsável pela frente de pesquisas, estudos e cursos.

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Josie Zecchinelli

Formada em Psicologia pela Universidade Federal do Espirito Santo, Psicoterapeuta Corporal pelo Instituto Wilhelm Reich, é especialista em Psicologia da Saúde pelo ISPA/Lisboa, onde cursou o mestrado nesta área (mestrado por concluir).

 

É também psicoterapeuta perinatal, trabalha com acompanhamento psicológico de mulheres e casais no período da gravidez ao puerpério desde 2007, e como formadora em aulas e cursos para profissionais da saúde no âmbito das temáticas do ciclo gravídico-puerperal, desde 2011.

 

Vivenciou também o trabalho como doula, durante alguns anos. É mãe de um menino. Por todo este percurso de experiências e contato com realidades de mães que vivem em diferentes países, encontrou diversificadas dimensões e olhares acerca da assistência à maternidade e dos conceitos de humanização da assistência em saúde e de escolhas em saúde baseadas em evidências científicas.

Josie é quem traz estrutura para o Instituto, é o equilíbrio entre o que sonhamos e o que é possível. Cuida dos processos, da visão do marketing e de burocracias necessárias e nos lembra sempre de tudo que é necessário pra gente crescer!

Brunna Martinato

Brunna Martinato é mãe, psicóloga pela abordagem centrada na pessoa, apaixonada pelos processos humanos, facilitadora de grupos, empreendedora social no movimento De Pessoa pra Pessoa, de humanização dos ambientes de trabalho. Companhia de qualidade nos desafios de vida!

Aqui no Instituto do Luto Parental, ela também é companhia na criação dos processos, no acolhimento das famílias e no cuidado. Desde a primeira roda, ela se mantém de mãos dadas com a gente!

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Julia Guadagnucci

Julia é mãe, jornalista, doula, consultora em aleitamento materno e graduanda de Obstetrícia (EACH-USP).

Sua vivência na área da Obstetrícia evidenciou a carência da temática do luto gestacional e perinatal na formação dos profissionais de saúde, o que a motivou na busca pela promoção da humanização dos cuidados com famílias enlutadas.

Para além da comunicação geral do Instituto, a Ju estrutura as campanhas de divulgação, encontra as ilustrações mais lindas que você já viu e mostra nosso olhar para o mundo, chegando mais próximo de cada pessoa que busca apoio.

 

Beatriz Kesselring

Sua formação acadêmica inicia pela enfermagem obstétrica e neonatal, pela Unifesp e após alguns anos de prática assistencial em hospitais, Beatriz concluiu um programa de mestrado em saúde materno infantil, pela Escola de Enfermagem da USP. Neste período, ela começou a ler sobre psicanálise e mergulhou no universo instigante da subjetividade.

Em 2005, inicia estudos formais em psicanálise, no Curso de Aperfeiçoamento em Clínica Psicanalítica: conflito e sintoma, do Instituto Sedes Sapientiae e em sequência, o curso de Especialização em Teoria, Técnica e Estratégias Especiais em Psicanálise, no Departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia, USP.
Continuou os estudos em nova formação, agora pelo Instituto Gerar de Psicanálise.

 

Beatriz é mãe de 4 mulheres. Sua terceira filha, Andreia, teve um breve percurso de vida e ela lhe mostrou as lacunas e o silêncio que se estabelece após as graves intercorrências no parto. Seu luto solitário sinalizou o caminho para o trabalho que desenvolve hoje com mulheres enlutadas.

 

Durante um longo período, atendeu partos humanizados até que, junto com a pandemia do Covid 19 e frente à impossibilidade de frequentar ambiente hospitalar, percebeu que havia chegado o momento de transformar sua prática profissional e criar raízes na clínica psicanalítica e nos estudos sobre luto e finitude.

 

Atualmente, suas atividades profissionais tem sido a moderação de grupos de apoio às perdas gestacionais e neonatais e o atendimento de consultas psicanalíticas.

É sócia fundadora do Núcleo Cuidar (@nucleocuidar.sp) desde 2008.
No Instituto do Luto Parental, é a coordenadora de relações com instituições.

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Carolina Ribeiro

Mãe da Julia, viajante, viciada em mídias digitais e idealizadora d’A Casa Mosaico (@acasamosaico) Carol chegou ao Instituto em 2021, apenas duas semanas depois que sua filha Julia nasceu dormindo com 28 semanas e 6 dias de gestação. 

Ela foi chegando devagar e ganhando os corações de todos por aqui, desde o começo se fez disponível para ajudar o Instituto no que fosse necessário e assumiu um papel importante no acolhimento das pessoas que chegavam através dos nossos grupos do Telegram.

 

Ela participou da segunda turma de Formação em Humanização do Luto, se tornou voluntária oficialmente do Instituto em maio de 2021 e em janeiro de 2022 foi convidada para fazer parte da coordenação cuidando da nossa comunicação e mídias virtuais.

 

Carol sonha com a possibilidade do acolhimento humanizado para todas as famílias que passam por perdas gestacionais, perinatais e neonatais. Ela sabe que não há um jeito certo ou errado de viver o luto, mas acredita que viver o luto com cuidado humanizado e companhia de qualidade é o que torna possível o percurso.

No Instituto, a Carol faz a moderação dos grupos de apoio no Telegram, facilita rodas de luto, é responsável pela criação de conteúdo para nossas redes sociais e é, também responsável pela comunicação com veículos de impressa e outros meios.

Fabiana Lima

A Fabi é produtora e gestora cultural, formada em Comunicação Social e, tem pós-graduação em Comunicação Empresarial e Gestão Cultural. Seus últimos quinze anos de atuação no mercado foram para o terceiro setor.

Vegetariana, louca por animais, feminista, militante por um mundo mais sustentável e relações mais humanizadas em várias esferas.

Sua primeira perda gestacional aconteceu em 2019 quando os coraçõezinhos de seus gêmeos pararam de bater com 8 semanas. Chegou ao Instituto ainda neste ano na segunda roda de apoio presencial, quando na época o Instituto ainda era chamado Casa Mães para Sempre.

Nos anos seguintes teve outras perdas gestacionais e 3 processos de FIV que não deram certo. Ela criou muitos rituais para homenagear seus 8 bebês que tiveram uma breve passagem por aqui.

Sua trajetória pelo luto gestacional a aproximou de tantas outras famílias que vivenciam esta dor.

No Instituto, a Fabi faz a moderação dos grupos de apoio no Telegram, facilita rodas de luto gestacional e para famílias que tentam uma nova gestação, e também produz nossos eventos.

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